Preencha-se
De fé, de amor, de esperança e de tudo aquilo que completa sua alma.
Um arco-iris me sorriu no fim da rua, atravessando o céu de maneira tão peculiar, cortando as nuvens e trazendo cor ao cinza pós chuva. Eram sete tons perfeitamenete harmoniosos que, instantaneamente, me acordaram para a perfeição do mundo. Me borbulhou uma vontade imensa de atravessá-lo, como quando tinha apenas cinco anos e não sabia sobre as condições físicas que o tornavam possível. Quando nem sequer me passava pela mente que era apenas um fenômeno meteorológico que separa a luz branca do sol ao brilhar sobre as gotas de chuva. Para mim, sempre foi Deus sorrindo. Até que um dia na escola me infiltraram teorias e fórmulas na tentativa de tornar-me um ser pensante. Ainda assim, consegui salvar um pingo de imaginação e criatividade um tanto quanto infantil. Ontem mesmo, enquanto olhava o cair da garoa através da luz, uma garotinha me disse “Não parece que está chovendo faísca?” Tive que regular a visão inúmeras vezes até enxergar da mesma forma. No fim, não conseguia mais ver água; Parecia mesmo uma grande quantidade de fagulha vinda do céu escuro. Senti vontade de ter de volta aquela antiga inocência em relação às coisas. Imaginar que os trovões eram os movéis do céu sendo arrastados e a chuva, mera limpeza do quintal da casa de Deus. Que nem mesmo as formigas poderiam ser pisoteadas porque, afinal, elas também tinham suas famílias. Saudade de não precisar regular a vista para enxergar coisas tão simples como as “três marias” num céu estrelado. A imaginação foi se esvaindo pelos dedos das mãos a cada ano escolar completo. Mas eu ainda tento mantê-la acordada em meu interior ao enfiar a cara nos livros de contos, criar histórias ou enxergar o arco-iris me sorrindo no fim da rua como se fosse a mais bela ponte a caminho das nuvens.
gemdust:

crrying:

t-ealeaves:

lolsupreme:

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im following back

shut up you fukin noodle

i want everything on her hand
Nós somos ridículos, levianos, cheios de maus hábitos, sentimos tédio, não sabemos olhar, não sabemos compreender, ora, todos nós somos assim, nós todos, e tanto os senhores quanto eu, quanto eles! Porque os senhores não vão ficar ofendidos pelo fato de eu estar lhes dizendo isto na cara, dizendo que somos ridículos! E sendo assim, por acaso os senhores não são material? Sabem, a meu ver, ser ridículo é às vezes até bom, até melhor: é mais fácil perdoar uns aos outros, é mais fácil fazer as pazes; não se vai compreender tudo de uma vez, não se vai começar diretamente pela perfeição! Para atingir a perfeição é preciso primeiro não compreender muita coisa! E se compreendemos muito rapidamente vai ver que não compreendemos bem.